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Archive for março \29\UTC 2011

Voando de helicóptero

Na Base do GRAER conversando sobre a rotina

No último sábado, exibimos a matéria que gravamos com o Grupamento Aéreo da Polícia Militar. Mostramos o trabalho dessa turma, que salva vidas e ajuda no policiamento da cidade. Antes do início da gravação, assistimos uma apresentação sobre a criação do grupo, treinamento da equipe, objetivos, cuidados ao entrar nas aeronaves, e claro, alguns trabalhos que eles já realizaram no estado (nessa terça eles estão sobrevoando o Calabar). Conversamos com um homem que foi resgatado pelo GRAER após sofrer um acidente em uma estrada, e ficar preso nas ferragens de uma Kombi.

Treinando RAPEL

Depois de entrevistar os integrantes do grupo, fizemos um passeio de helicóptero por Salvador, para acompanhar um treinamento –  minha primeira vez num helicóptero!! Já tinha subido no avião pequeno (para pular de paraquedas), mas é bem diferente. Quando o helicóptero fica parado no ar a sensação é maravilhosa!

Hoje, Antônio, nosso assistente de gravação, trouxe umas fotos que ele tirou lá na Base Aérea que eu aproveito para postar aqui!

IUPI!! Vamos nessa!

Xô ir… tô atrasada para uma gravação bombástica! kkk

Quer ver essa matéria? Clique aqui.

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Ilhéus

Amanhã de tarde estaremos embarcando rumo a Ilhéus e Itabuna para gravar umas matérias na região. Vamos ficar até o fim de semana. Quem quiser sugerir pautas e personagens divertidos é só mandar email pra nós no mosaico@redebahia.com.br.

Fui!

P.S.: Sexta-feira é dia acordar “ixperrto” para não cair na armadilha do 1ºde Abril (eu sempre esqueço e caio como patinho).

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Na casa de Ivete

Com Ivete Sangalo, na casa dela.

Oi gente, passei aqui rapidinho só para contar que ontem gravamos na casa de Ivete Sangalo uma entrevista para o Mosaico (vai ao ar sábado) sobre o show que ela vai fazer no domingo, lá no Mercado Modelo, para lançar a turnê de seu novo DVD, gravado em NY.

A entrevista foi durante o ensaio que a cantora fazia em seu estúdio. Coisa rápida, mas bem legal. Foi minha primeira vez lá, no cenário do DVD  “Pode Entrar”. Não posso negar, como fã de Veveta, fiquei radiante… 😀
Assistam clicando aqui!

Bjo!

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São Desidério

Ainda na parte plana da caminhada

Essa semana o Mosaico Baiano, da TV Bahia, volta a exibir matérias gravadas em São Desidério. Dessa vez, vamos mostrar a famosa Gruta do Diabo. Logo no início da gravação eu perguntei ao guia, o porquê desse nome. E ele disse que era um nome injusto e tal, que a gruta era lindíssima, etc.

Começando a descer

De fato o lugar é maravilhoso, mas a descida até lá é dos diabos, especialmente para quem não tem costume de fazer passeios radicais (o último que fiz deve ter bem uns 10 anos, na Chapada Diamantina). Muito íngreme, havia chovido, a terra tinha virado lama, escorregava demais. Eu ficava segurando no ombro do guia, que ia na frente, e gritando para Ari, nosso cinegrafista: “não me filma com medo, avisa quando tiver gravando”!Na parte final, na descida para o buraco (veja a foto e entenda), minhas pernas ficaram bambas de medo, pois além de íngreme e escura, a descida dentro da gruta era muito escorregadia. Morro de medo de altura e a escada de descida no buraco era feita de corda e umas tábuas de madeira, rentes à rocha.

Passando pelo vespeiro- não aparece na foto!

Quando finalmente entramos no bote para admirar as estalactites de toda a área, eu sentia que já não podia, me mover, que minhas pernas não respondiam, que a lama toda espalhada pelas pernas e pela roupa haviam feito de mim uma estátua. Tudo o que eu pensava era “como eu vou conseguir sair daqui”? 

Chegando à gruta. A descida ia só começar pra valer!

 A subida não foi pior que a descida. O esforço físico era maior, de fato, mas estou fisicamente bem (apesar dos quilinhos a mais). O problema mesmo era o MEDO de tomar uma queda e me partir em mil pedaços… E tudo escorregava.

Nem precisa dizer que todo mundo tava achando engraçado o meu pânico, inclusive minha equipe. Pelo menos até descerem também. Fiquei com pena de meu cinegrafista, que tinha que carregar aquela câmera pesada (são 13kg). Eu mal quis segurar o microfone, pois precisava das duas mãos livres para me agarrar à vida… (êta drama!)

A entrada da gruta estava aí, em algum lugar. Mal passava uma pessoa pelo buraco!

Sofrimentos à parte, devo confessar que é maravilhoso estar num lugar de tão lindo, repleto de paz, ouvindo a natureza, respirando ar puro, vendo espécies diferentes de plantas e animais. Até mesmo os vespeiros e colméias de abelhas africanas que encontramos no caminho tinham um charme especial (só porque não atacaram ninguém).

É sério: quando na vida temos a oportunidade de estar num lugar assim, numa experiência como essa, com um grupo legal como aquele, e em horário de expediente? É por isso que eu adoro meu trabalho e amo fazer parte do Mosaico.

Por isso, nesse sábado, não percam essa matéria. Foi literalmente SUADA!! E não deixe de conhecer São Desidério e suas belezas.

Turma reunida

Vou aproveitar para agradecer formalmente à Jackeline e toda a esquipe que esteve conosco nessa gravação por toda atenção, paciência e cuidado conosco. E claro, pelas fotos!

Beijinho para todos!

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A “minha” imagem e a dos meus patrocinadores…

A MidiaClip fez uma pesquisa que aponta o tempo de veiculação da imagem de artistas, blocos e camarotes no carnaval nas TVs. 16 emissoras foram analisadas na pesquisa. Eis os resultados.  

 
*Fonte:MidiaClip 
Artista/Banda
Tempo (em horas)
Daniela Mercury
14:39:30
Ivete Sangalo
14:19:05
Chiclete com Banana
12:43:01
Banda Eva
10:36:35
Claudia Leitte
09:52:09
Tomate
 08:40:58
Psirico
07:57:06
Timbalada
 06:57:53
Cheiro de Amor    
06:47:22
Harmonia do Samba
06:36:43

 

Bloco
Tempo (em horas)
Coruja    
08:19:11
Crocodilo    
08:01:29
Papa    
07:04:37
Camaleão    
06:54:20
Eva    
06:32:28
Cheiro de Amor    
 05:27:04
Inter    
 05:25:41
Meu e Seu
04:30:34
Alô Inter    
04:19:04
Me Abraça
04:06:15

 

Camarote
Tempo (em horas)
Planeta Band
06:40:53
Contigo! / Daniela Mercury
06:12:08
Expresso 2222
01:10:48
Axé Bahia 
00:47:13
Quem / Ivete Sangalo
00:34:27
Vale lembrar que não é só a imagem do artista que fica em evidência, mas também a dos patrocinadores, afinal, por mais que as TVs tentem não mostrar marcas na transmissão, está cada vez mais difícil conseguir essa proeza. Seguimos refletindo a festa…
Beijinhos…

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Para aí o trio um minutinho…

Eu ia escrever, mas o Ricardo já disse tudo. Cada dia mais, me torno fã dele. Do artista e da pessoa. Não poderia deixar de espalhar suas palavras. Espero que algo de bom possa vir a partir disso.

Para os que tiverem preguiça de ler tudo, observem as partes marcadas.

Parabéns, Ricardo.

Silvinha Resende

“Silêncio Conveniente – Por Ricardo Chaves
Publicado em 11 11UTC março 11UTC 2011 por Apio Vinagre

Mais um carnaval chegou ao fim. Esse foi mais especial para mim por ter sido o de número 30 que participei. Depois de tantos anos comandando trios, tenho a preocupação de que, se nada for feito, o modelo que transformou nosso carnaval na maior festa do planeta pode estar com os seus dias contados.

O carnaval que se encerrou em Salvador perdeu totalmente o sentido que o transformou em uma manifestação popular de alcance internacional. O elemento mais importante da festa, até hoje, sempre foi o folião de rua. Por essa razão, Salvador passou a ser desejada, dentre outros motivos, por possuir um fantástico carnaval de rua.

O que vi de cima do trio esse ano, foi mais uma festa indiscutivelmente grandiosa, comandada por grandes artistas de diversos estilos musicais, que movimentou economicamente a cidade, mas com cada vez menos apelo popular.

Só posso falar do circuito Barra/Ondina, que é o que tenho desfilado nos últimos dez anos. O que aconteceu por lá, no meu entender, passou do limite do que se possa chamar de razoável. Engarrafamentos e atrasos não são uma novidade dos dias atuais, eles sempre existiram. Esse foi, inclusive, o motivo do surgimento, no passado, de uma fila que, até hoje, ordena o desfile dos blocos.

Há alguns anos se fala que o carnaval de Salvador está privatizado pelos blocos. A minha opinião sempre foi divergente. Vejo os blocos como os grandes responsáveis pelo surgimento dos artistas que levaram a música das ruas de Salvador para o mundo. Nenhum de nós conseguiria chegar aonde chegou sem o apoio deles. Portanto, mesmo sabendo que muitos pensam diferente de mim, não acho os blocos de trio os vilões dessa história. Ainda defendo que continuam sendo fundamentais.

Para mim, o que hoje determina a desconfiguração do nosso carnaval é a dinâmica imposta à festa pela evolução dos camarotes. No desfile deste ano, apesar de algumas quebras de trios, a relação artista / camarote, foi a maior responsável pelo monumental atraso ocorrido. Ressalto que não sou contra a existência de camarotes, muito pelo contrário. Há 10 anos exploro um espaço aonde monto um. Esse ano funcionou lá o de minha amiga Claudia Leitte. Discordo é da maneira como eles estão interferindo na festa.

Atualmente, cada vez mais artistas se tornam donos ou parceiros de algum camarote. Até aí nada de errado, se esses espaços fizessem parte da festa de rua como uma opção para quem preferisse curtir com todos os confortos que eles oferecem.

Hoje, o fluxo do desfile está sendo ditado não mais pelos foliões das ruas. Cada artista, ao chegar em frente ao seu camarote, passa a fazer um show, quase que exclusivo, para os que lá estão, como se nada mais no circuito importasse. Alguns deles contam hoje com passarelas que transportam as atrações para dentro, onde as apresentações são feitas, sem levar em conta quem está nas ruas.

Fico me perguntando o que passa na cabeça de um folião que pagou por um abadá, é obrigado a ver o trio parar e esperar que o show exclusivo para o camarote aconteça. O grande barato de um trio elétrico é o fato dele ter rodas e acho que o que leva alguém a sair em um bloco é poder comprovar que atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu. Um trio parado vira uma coisa sem a menor graça.

Imagino também o que pensa o folião pipoca que, atualmente, no circuito Barra / Ondina passou a não ter a menor importância. Se no camarote tiver gente, já basta.

O comportamento de meus amigos e colegas com relação a isso me preocupa. Apesar do atraso prejudicar a maioria, sinto um certo silêncio conveniente que me incomoda.

Esse ano teve apresentação exclusiva que durou quase uma hora. Acho inconcebível um trio elétrico parado por tanto tempo em um circuito que é para ser feito com ele andando. Enquanto uma minoria usufrui daquele momento, por vezes ocupado por discursos vazios e rasgações de seda sem a menor importância, milhares de pessoas ficam reféns da boa vontade de alguns que esqueceram que o carnaval de Salvador é uma festa de rua e deve ser feita prioritariamente para quem lá está.

A trilha sonora do carnaval já não saiu mais só das ruas. Os trios competem hoje com o som vindo de palcos montados em camarotes, o que aumenta o caos sonoro. Seria muito bom se os desfiles voltassem a ser feitos para todos. Para os foliões que pagam abadás, para o pessoal que fica na pipoca e para as pessoas que queiram assistir a festa de camarotes, varandas ou janelas. Os artistas que quiserem dar um “plus” a mais aos clientes dos seus camarotes, que acabem o desfile e voltem para lá. Aí sim, em um espaço privado, façam um show somente para quem estiver dentro. Outra alternativa é trocar o desfile da rua por shows em seus camarotes. O que não pode continuar a acontecer é a rua ser transformada em trampolim para apresentações dirigidas a uma minoria, sob pena de, nós, artistas que fomos fundamentais para tornar nossa festa tão cobiçada, sermos transformados nos verdadeiros vilões.

Sei que posso ser mal interpretado por alguns, mas nunca deixei de manifestar meus pensamentos. Não me excluo do problema. Muitas vezes, de cima do trio, me peguei cantando somente para o lado onde estão os camarotes. Apenas quero provocar na cabeça das pessoas uma reflexão. Já ficarei satisfeito se, no próximo ano, pelo menos algum artista, ao passar em frente a um camarote, lembrar que atrás do trio dele vem uma multidão que quer seguir em frente. Se nada for feito, correremos o risco de ouvir os nossos foliões dizerem os versos de um dos inúmeros sucessos do chicletão: “a fila andou, eu te falei, não deu valor, como eu te amei, agora chora, você já me perdeu, tou fora!!!”

Que venha 2012!

Ricardo Chaves”

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Não resisti

Foto: Fred Pontes

 

Gente, eu sei que é propaganda, que eu não devia citar aqui… (Aliás, que propaganda!!) Mas como resistir divulgar essas fotos?

Alguém poderia ter tido idéia melhor para vender um produto no carnaval da Bahia?

E olha o choque de quem vem de fora curtir o Camaleão e dá de cara com o Bell sem barba???

Será que no ano que vem alguma marca de shampoo vai tirar também a bandana do cara??!!

Ok, sem mais delongas… Segue o susto!!

As fotos foram tiradas na coletiva de imprensa do Chiclete, por Fred Pontes.

Fonto: Fred Pontes

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